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Bitcoin volta a superar a marca de US$ 56 mil

Mercado cripto tem movimentos mistos nesta segunda, enquanto Bitcoin ganha força e tenta renovar máximas recentes



Após passar o fim de semana operando entre US$ 54 e US$ 55 mil, o Bitcoin (BTC) ganhou força na madrugada desta segunda-feira (11) e voltou a superar a marca de US$ 56 mil, o que ocorreu no fim da semana passada após cinco meses, mas sem muita sustentação.


Às 7h02, o BTC era cotado a US$ 55.386, em alta diária de 1,6%, um movimento que, porém, não é acompanhado pelo mercado como um todo. O Ethereum (ETH), por exemplo, tem leve valorização de 0,25% no mesmo horário, para US$ 3.587.


Nos últimos dias, analistas têm destacado a forte entrada de investidores institucionais como fator principal para o avanço do Bitcoin, o que ajuda a dar mais sustentação para o movimento e reforça avaliações de que a maior criptomoeda do mundo pode buscar novas máximas até o fim do ano.


Entre as altcoins, destaque para o protocolo dYdX(DYDX), que volta a subir forte. Há cerca de duas semanas, quando a China decidiu tornar ilegal operações com ativos digitais, a dYdX subiu forte sendo buscada como alternativa por investidores para investir no mercado cripto de forma descentralizada.


O ativo é a moeda nativa do protocolo que se destaca por oferecer algumas funções vistas normalmente apenas em corretoras comuns, mas de forma descentralizada. Com total anonimato, é possível, por exemplo, fazer trades alavancados.


Além dela, a Shiba Inu (SHIB) volta a subir, mas com menor intensidade após grande valorização, que chegou a ser de 400% em uma semana.


Na ponta negativa, a Fantom (FTM), que oferece uma solução alternativa ao Ethereum, aparece entre as maiores quedas do dia após saltar cerca de 100% na semana passada.


Binance.US anuncia novo CEO


O braço americano da maior exchange do mundo, a Binance.US, promoveu Brian Shroder a CEO, após contratá-lo no mês passado como presidente e membro do conselho. Além disso, a companhia informou que Eric Segal será o diretor financeiro (CFO) interino no lugar de Joshua Sroge, que deixou a empresa.


Antes de ser contratado pela Binance, Shroder foi estrategista e executivo de desenvolvimento de negócios no Ant Group, do grupo chinês Alibaba, e também foi executivo da Uber.


“Estou ansioso para aumentar ainda mais nossa equipe à medida que continuamos a expandir nossos produtos e serviços e dar os primeiros passos em nosso caminho para o IPO”, disse Shroder em um comunicado.


Maior mineradora do mundo deixa de atuar na China


A Bitmain, maior fabricante de equipamentos de mineração de Bitcoin do mundo, anunciou no domingo (10) que não vai mais fazer entregas de produtos para clientes da China continental.


A decisão ocorre no cenário de grande repressão do governo chinês à indústria de criptomoedas, com fechamento de operações de mineradores e tornando ilegal qualquer atividade relacionada à negociação de moedas digitais. Vale destacar que a Bitmain segue com sua sede em Pequim.


Em nota, a companhia destacou que seu princípio sempre foi “obedecer estritamente às leis e regulamentos locais”, confirmando que em 11 de outubro deixa de enviar Antminer para a China continental, exceto Hong Kong e Taiwan.


Os clientes que ainda tiverem produtos para receber na região precisam entrar com contato com a Bitmain para encontrar uma solução.


Fonte: InfoMoney

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