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Mercado Pago lança serviço de compra e venda de Bitcoin e Ethereum pelo aplicativo

O serviço será liberado gradativamente ao longo de dezembro e o valor mínimo para compra das moedas é de R$ 1



O Mercado Pago, carteira digital do Mercado Livre, recebeu nesta quinta-feira (2) a funcionalidade de compra e venda de criptomoedas diretamente no app do serviço. A opção começou a ser liberada hoje para alguns usuários selecionados, mas será disponibilizada para todos ao longo das próximas semanas.


Inicialmente, será possível investir em três criptomoedas: Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH) e Pax Dollar (USDP), uma "stable coin" (moeda estável, em tradução livre). Além disso, os usuários só poderão comprar, vender e armazenar as moedas, sem transferir para outras carteiras digitais ou usar o dinheiro para fazer pagamentos no Mercado Livre. Essa função, no entanto, deve ser implementada nos próximos meses.


O presidente de fintechs do Mercado Livre, Osvaldo Gimenez, explicou, em coletiva de imprensa, que o Brasil é o primeiro país da América Latina a receber o serviço do grupo. Sobre isso, o CEO do Mercado Livre afirmou que, atualmente, o mercado brasileiro é o mais promissor da companhia, mas que o serviço logo chegará para o resto da América Latina.


"Sentimos que cripto é uma revolução no mundo financeiro e estamos contentes de poder oferecer essa oportunidade aos nossos clientes", disse.


Já Túlio Oliveira, vice-presidente Mercado Pago Brasil, ressaltou que a companhia quer ser transparente na negociação com criptomoedas. Será cobrada uma taxa de 2% nas transações, mas, segundo ele, o preço das moedas digitais será “justo”, sem inclusão de spread cambial, por exemplo.


“É a forma mais fácil de investir nesses ativos. Com três cliques o usuário compra ou vende”, explica Oliveira ressaltando a experiência de usuário na plataforma da empresa.


Expansão de mercado


A iniciativa de investir cada vez mais no mercado de bitcoins não é de agora. Em maio deste ano, a plataforma de e-commerce comprou US$ 7,8 milhões (R$ 43,6 milhões) em criptomoedas como uma estratégia de tesouraria.


"Dedicamos um tempo para estudar e aprender antes de decidir entrar no mercado de criptomoedas. Isso tem um potencial de transformação pela frente e abre um novo caminho para nós", disse o vice-presidente do Mercado Pago, Túlio Oliveira, na época.


Fonte: Tecmundo

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